Dúvidas
Perguntas frequentes
Respostas rápidas e diretas. Para se aprofundar, siga os links.
Quando o El Niño de 2026 vai acabar?
As agências projetam que o fenômeno permaneça ativo com alta probabilidade até pelo menos o início de 2027, com pico entre outubro e dezembro de 2026. Depois disso, a tendência é de enfraquecimento e possível transição para condições neutras ou de La Niña.
Vai fazer mais calor por causa do El Niño?
Sim, é o esperado. O El Niño eleva as temperaturas médias e favorece ondas de calor, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste no segundo semestre de 2026, muitas vezes com umidade do ar muito baixa.
Vai faltar água ou energia?
Há risco de pressão sobre o abastecimento de água no Nordeste e sobre reservatórios em algumas regiões, além de recordes de demanda de energia no calor. Não significa que vai faltar em todo lugar, e depende da distribuição das chuvas. Acompanhe os boletins da ANA, do ONS e da sua concessionária.
Vai ter mais dengue?
O calor e a água parada favorecem o mosquito. O risco de arboviroses (dengue, zika, chikungunya) aumenta em várias regiões. A prevenção é a mesma e continua eficaz: eliminar criadouros toda semana, usar repelente e procurar atendimento diante de febre alta com dores no corpo.
O Sul vai ter enchentes como em 2024?
O El Niño aumenta a probabilidade de chuvas acima da média no Sul, e um evento forte eleva o risco de episódios extremos como o de 2024. Não é uma certeza, mas é motivo para preparação: quem mora em área de risco deve conhecer a rota de fuga e se cadastrar nos alertas.
Isso é aquecimento global ou El Niño?
São coisas diferentes que se somam. O El Niño é um evento natural e temporário; o aquecimento global é uma tendência de fundo. Quando um super El Niño ocorre sobre um clima já mais quente, os recordes de temperatura tendem a ser ainda maiores.
Os preços dos alimentos vão subir?
Pode haver pressão sobre preços de hortaliças, grãos, leite e carnes se o clima prejudicar a produção: seca no Norte-Centro ou excesso de chuva no Sul. É um risco indireto e depende da intensidade dos impactos na safra.
De onde vêm os dados deste site?
De fontes oficiais e científicas: NOAA e IRI (status do ENSO), INMET (alertas e previsão), INPE/CPTEC (previsão sazonal e queimadas), Cemaden (desastres), ANA e ONS (água e energia), InfoDengue (saúde). Tudo é citado com data e link. Veja a página de Fontes.