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El Niño BrasilMinha região

Histórico

Os grandes El Niños e o que ensinaram

O evento de 2026 vem sendo comparado aos mais intensos da história. Veja o que aconteceu antes, e por que preparação salva vidas.

1877-1878

pico ≈ +3 °C (estimado)muito forte

Um dos El Niños mais intensos já registrados, referência histórica com que o evento de 2026 vem sendo comparado.

No Brasil

A Grande Seca do Nordeste, uma das maiores catástrofes humanitárias da história do Brasil, com estimativas de centenas de milhares de mortes por fome e doenças no semiárido.

1982-1983

pico +2,2 °Cmuito forte

El Niño muito forte que causou impactos globais severos.

No Brasil

Enchentes históricas no Sul do Brasil e seca severa no Nordeste, com perdas agrícolas expressivas.

1997-1998

pico +2,4 °Cmuito forte

O El Niño do século XX mais citado, com aquecimento recorde do Pacífico até então.

No Brasil

Seca e queimadas intensas na Amazônia e no Nordeste; chuvas e enchentes no Sul. Impulsionou políticas de monitoramento climático no país.

2015-2016

pico +2,6 °Cmuito forte

Um dos três El Niños mais fortes já medidos, associado ao ano mais quente já registrado até então.

No Brasil

Seca severa no Nordeste e Sudeste (crise hídrica em São Paulo), com estresse em reservatórios e energia; enchentes no Sul.

2023-2024

pico +2,0 °Cforte

El Niño forte que se somou ao aquecimento global de fundo, elevando recordes de temperatura.

No Brasil

Seca recorde na Amazônia (rios em mínimas históricas) e a catástrofe das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, referência do risco no Sul.

A lição comum

Em todos esses eventos, o padrão se repetiu: seca e fogo no Norte-Nordeste, enchentes no Sul, calor e crise hídrica no Sudeste. Onde houve monitoramento, alerta e preparação, as perdas foram menores. É exatamente por isso que este site existe.